Com shows de Luedji Luna (BA), Budah (ES) e N.I.N.A (RJ), entre outras, programação completa gira ao redor de mulheres negras e acontece dias 19 e 20 de Maio no Centro Cultural Carmélia
O Movimento Cidade (MC), anuncia a segunda edição da programação do MC.Mulheres, marcada para acontecer nos próximos dias 19 e 20 de Maio, presencialmente no Centro Cultural Carmelia Maria de Souza, no bairro Mário Cypreste, em Vitória (ES). A entrada é gratuita e a programação completa a gente indica aqui: programação.
O projeto MC.Mulheres caracteriza-se por duas frentes de ação:
1) um projeto formativo exclusivo para mulheres do meio do audiovisual que visa um aperfeiçoamento de suas respectivas carreiras e;
2) uma mostra de audiovisual pública, com foco em produções idealizadas e feitas por mulheres, com direito a outras atividades culturais paralelas, como shows musicais.
“Tentamos alinhavar as trilhas que compõem a capacitação de modo que elas refletissem algumas demandas específicas e corriqueiras da gestão de uma carreira de sucesso. São raros os casos de artistas que são descobertas no começo, e já têm um time multidisciplinar para tocar os trabalhos elementares do mercado”, completa Isabella Baltazar, programadora do MC.Mulheres. “Sabemos que a maior parte das mulheres são responsáveis pelo corre inteiro: produção musical, vocal, figurino, produção executiva, gestão das mídias sociais… Por isso entendemos que conduzi-las por uma formação em que elas tenham contato com o empreendedorismo – para administrar o produto, isto é, elas próprias -, a produção musical e a audiovisual, é trazer uma visão holística e útil à vida real”.
Para mais informações sobre a programação do evento, acesse o perfil oficial do MC.Mulheres no Instagram ou seu website.
Para Baltazar, o MC.Mulheres reflete uma das bases fundamentais da identidade do Movimento Cidade: a diversidade. “Tendo esse marcador importante, buscamos criar o projeto a partir de recortes: primeiro o recorte de gênero, priorizando pessoas de identidade de gênero femininas; depois um recorte racial, buscando mulheres negras e/ou indígenas; e também um recorte territorial, buscando áreas invisibilizadas da cena artística:o Espírito Santo e o Nordeste brasileiro”, ela continua. “As selecionadas do edital vão se ver em toda a programação, tanto nas mentoras que vão estar com elas na imersão, quanto na programação do festival. Todas elas mulheres pretas, seja na música, no audiovisual, nas intervenções artísticas e nas performances de batalhas”.
