50% das 10 melhores universidades do mundo estão nos EUA. Em 2022, o Brasil estava na 8ª posição de países que mais enviam alunos para as universidades americanas.
Estudar em uma universidade americana e se desenvolver profissionalmente no mercado internacional é o sonho de muitos adolescentes.
O relatório Open Doors Report on International Educational Exchange sobre Intercâmbio Educacional Internacional divulgado pelo Institute of International Education (IIE) e pelos Estados Unidos evidencia que o Brasil, para o ano letivo de 2020/2021, enviou 14 mil estudantes aos EUA para ensino superior, considerando cursos técnicos, graduação e pós e, em 2022, se tornou o oitavo país que mais envia alunos para estudos.
“Além de ter finalizado o ensino médio e demonstrar a proficiência em inglês, as universidades americanas buscam informações sobre o portfólio acadêmico e pessoal do aluno como, por exemplo: cursos, projetos relevantes, impacto gerado na sociedade e habilidades adquiridas. As escolas americanas promovem uma formação e preparação de uma forma completamente diferente das escolas brasileiras e, é nesse sentido, que estas têm procurado cada vez mais parcerias internacionais. Com inúmeras parcerias no Brasil, a WorldEd School oferece essa oportunidade para as instituições de ensino, que estão cada vez mais incluindo como complemento o currículo americano, o que potencializa e democratiza a todos os seus alunos a formação com dois diplomas. Este novo formato garante ao aluno escolhas acadêmicas e profissionais para poder morar e trabalhar em qualquer lugar do mundo”, explica Juliana Frigerio, Diretora Acadêmica da WorldEd School.
Segundo a Top University (Guia de universidades), 50% das 10 melhores universidades do mundo estão nos EUA.
Para ingressar, é necessário que o aluno disponha de diversos documentos com tradução autenticada para se candidatar nas instituições, carta de recomendações que relate suas qualificações e experiências profissionais, personal statement que é um modelo de carta de apresentação com suas motivações, entre outros.
Dessa forma, Juliana Frigerio, Diretora Acadêmica da WorldEd School, desmistifica mitos e verdades sobre as universidades americanas:
Eu falo inglês, logo eu posso estudar em qualquer universidade americana;
MITO – Ter o inglês fluente é a condição de qualquer cidadão nativo americano que aprendeu sua língua materna, mas isso não o qualifica para estudar nas universidades americanas, apenas qualifica o aluno brasileiro para comunicação. Apesar dos estudantes brasileiros chegarem com alta qualificação acadêmica segundo os padrões brasileiros, há um GAP muito grande de conteúdo e habilidades e competências comparado aos alunos dos Estados Unidos. Por esta razão, mesmo quando aprovados, muitos alunos não acompanham as aulas, ou até mesmo desistem da graduação
A universidade americana valoriza o aluno com pensamento globalizado e que conheça costumes e vivências de outros países
VERDADE – Cidadãos globais são aqueles que compreendem que o mundo é composto por diversas culturas e colocam seus conhecimentos em prol de mudanças. As universidades estão em busca de jovens que entendam esses costumes e vivências, que se tornem catalisadores de mudança, agregando valor ao nome da instituição.
Eu sou aluno da melhor escola do Brasil e logo vou conseguir uma melhor universidade
MITO – Um dos critérios para conseguir adentrar nas universidades é o desempenho acadêmico, entretanto não é o único requisito. Se seu currículo acadêmico for composto apenas de boas notas, corre o risco de não conseguir sua vaga na universidade. Além disso, o currículo brasileiro não é o mesmo que o americano, sendo necessário um diferencial.
Atividades extracurriculares permitem que o aluno se destaque no processo de admissão das universidades
VERDADE – As atividades extracurriculares agregam o currículo acadêmico, podendo, sim, chamar a atenção das universidades. São elas que ajudam a identificar quais alunos têm habilidades diferenciadas. Ao oferecer o programa da WorldEd School de duo diploma aos seus alunos, as escolas que fazem parceria já estão proporcionando um portfólio acadêmico rico e diferenciado, o que lhes garante uma maior competitividade frente a qualquer outro aluno internacional.
Entre as universidades americanas, a WorldEd School, propicia a entrada de alunos internacionais na Baylor University, no Texas; James Madison University, universidade pública fundada em 1908 e oferece mais de 100 cursos de graduação e pós-graduação na Virginia; University of Hartford em Connecticut dividida em 7 faculdades acadêmicas que oferecem mais de 100 graduações e 64 pós-graduações de diferentes temáticas; DePaul University, localizada em Chicago, foi eleita entre as Melhores Universidades Nacionais pelo U.S. News & World Report (2020) e também considerada uma das Melhores Faculdades do Centro-Oeste dos EUA na lista Best 385 Colleges do Princeton Review (2020), e está entre as faculdades com Melhores Valores do país – Forbes (2019), bem como a University of Vermont, fundada em 1791 e localizada no estado de Vermont, entre outras.
