Segundo levantamento feito pelo Google, respondido por 1.500 brasileiros com mais de 18 anos, um terço (33%) das pessoas afirmam que não vão viajar durante a pausa do Carnaval e usarão os dias para descansar.

Já para quem vai se preparar para pegar estrada (10% dos entrevistados), a maioria, 43%, diz que vai viajar para descansar em destinos próximos à natureza. 

Esses dados mostram um cenário em que descansar de forma efetiva é um desejo de vários brasileiros que estão em no mundo corporativo com demandas e grandes responsabilidades, e que precisam de momentos de “fuga” para recarregar as energias.

Porém, para a Newa, empresa de consultoria em DE&I e saúde emocional para as organizações, esses momentos não devem ser uma necessidade só no Carnaval, mas durante o ano todo.

Os momentos de descanso são importantes para nos conectarmos com nós mesmos e criarmos uma consciência das nossas emoções. Após esses períodos de pausa, descanso e lazer, conseguimos nos conectar com o nosso mundo interno e consequentemente nos relacionar melhor com os outros“, aponta a CEO da Newa, Carine Roos.

Essa atitude  deve ser levada para todo 2023. É necessário que as lideranças aprendam a ter um olhar mais humanizado e empático para perceberem as necessidades de descanso do time.

É importante também que as empresas enxerguem o seu papel de  criar mecanismos para fazer com que o funcionário se desligue do trabalho fora do horário de expediente e em período festivos. Uma liderança conectada enxerga a demanda desses momentos de pausa, que são primordiais para a saúde mental e para a produtividade do colaborador”, comenta a CEO.

Por isso, é importante aproveitar não só o Carnaval, mas qualquer oportunidade de pausa de forma efetiva. 

Embora pareça contraditório, as pausas são essenciais para melhorar nosso humor, bem-estar geral, capacidade de desempenho e é essencial para a saúde mental.

Em culturas organizacionais saudáveis, espera-se que o colaborador faça intervalos regulares. O tempo livre é encorajado para manter a energia.

Desta forma, é necessário que as empresas estejam mais atentas às necessidades dessas “paradinhas” pois o impacto do esgotamento aparece na qualidade de entrega, na velocidade de resolução de problemas, na capacidade de inovação, e, consequentemente nos resultados dos negócios.